Grupos de Trabalho

Conheça os GTs que estruturam a atuação técnica da dig.ia

Data Centers

Coordenador: Artur Coimbra


O que faz

Atua na estruturação de posições e iniciativas voltadas à infraestrutura de data centers, acompanhando tendências, desafios operacionais e agendas regulatórias relevantes para o setor, em alinhamento com as prioridades dos associados.

Por que importa

O Brasil tem condições concretas para se consolidar como um grande polo de data centers: reúne demanda digital em escala, posição estratégica na economia regional, conectividade crescente e uma matriz elétrica predominantemente renovável. Ainda assim, transformar esse potencial em investimento efetivo exige um ambiente institucional mais previsível, eficiente e competitivo. Melhorar as condições para implantação e operação de data centers é essencial para ampliar a infraestrutura digital instalada no País, atrair capital de longo prazo, gerar empregos qualificados e sustentar o avanço de serviços de nuvem, conectividade e inteligência artificial.

Temas centrais

  • Ambiente regulatório e segurança jurídica

  • Licenciamento e autorizações

  • Energia elétrica e conexão à rede

  • Tributação e incentivos

  • Certificações e padrões técnicos

  • Sustentabilidade e eficiência energética

  • Conectividade e interconexão

Internet Aberta

Coordenador: Thobias Moura


O que faz

Acompanha e organiza a agenda relacionada à Internet aberta, contribuindo para a qualificação do ambiente regulatório e na produção de insumos técnicos para políticas públicas, processos regulatórios e debates legislativos que impactam a arquitetura da rede.

Por que importa

O adequado funcionamento da Internet depende de uma arquitetura baseada em interoperabilidade, descentralização e separação entre camadas. A preservação dessas características é determinante para eficiência de rede, inovação contínua, competição entre serviços e previsibilidade para investimentos. Diante de propostas que podem alterar dinâmicas de interconexão, modelos de remuneração e responsabilidades entre agentes, é essencial qualificar o debate com base técnica e econômica, de modo a evitar distorções que aumentem custos sistêmicos, reduzam eficiência ou comprometam o desenvolvimento do ecossistema digital no Brasil.

Temas centrais

  • Defesa da arquitetura aberta da Internet

  • Separação entre camadas

  • Neutralidade de rede

  • Interconexão e trânsito IP

  • Modelos de remuneração

  • Consultas públicas e processos regulatórios

  • Acompanhamento legislativo

Cabos Subaquáticos & Redes Terrestres

Coordenador: Alex Jucius


O que faz

Atua na análise, acompanhamento e contribuição para construção e desenvolvimento de políticas públicas, marcos regulatórios e boas práticas relacionadas à infraestrutura de conectividade internacional e nacional. O GT abrange sistemas de cabos subaquáticos e redes terrestres de alta capacidade, reunindo especialistas para produzir recomendações técnicas e apoiar o diálogo com autoridades.

Por que importa

A conectividade digital depende da integração entre infraestrutura internacional, que transporta a maior parte do tráfego global, e as redes terrestres, que garantem a distribuição eficiente no Brasil. Fortalecer esse ecossistema integrado é essencial para atrair investimentos, reduzir riscos de concentração, viabilizar data centers, expandir a conectividade para o interior e posicionar o país como hub estratégico no Atlântico Sul.

Temas centrais

  • Políticas para cabos subaquáticos

  • Redes de alta capacidade

  • Estações de aterragem

  • Planejamento integrado

  • Licenciamento e regulação

  • Resiliência e segurança

  • Boas práticas internacionais

Equipamentos
e Componentes

Cordenador: Thobias Moura


O que faz

Atua na análise, acompanhamento e contribuição para construção e desenvolvimento de políticas públicas, marcos regulatórios e boas práticas relacionadas ao hardware e componentes da infraestrutura digital.

Por que importa

A infraestrutura digital depende da qualidade, interoperabilidade e segurança dos componentes que a sustentam. Fortalecer esse ecossistema é essencial para atrair investimentos em inovação, garantir o desempenho das redes, viabilizar a inovação em escala (como cloud, edge, IA e IoT) e promover a integração eficiente entre a infraestrutura física e os serviços digitais.

Temas centrais

  • Políticas industriais e tecnológicas

  • Interoperabilidade e padrões

  • Regulação de equipamentos

  • Certificações e sistemas

  • Integração com redes

  • Licenciamento simplificado

  • Padrões internacionais

Edge / CDNs

Coordenador: Ana Paula Bialer


O que faz

Organiza e estrutura a atuação institucional da dig.ia em temas relacionados às infraestruturas de edge computing e redes de distribuição de conteúdo (CDNs), com foco na produção de insumos técnicos e na qualificação do ambiente regulatório que impacta a entrega, processamento e distribuição de dados na borda das redes.

Por que importa

As redes de edge e CDNs são elementos centrais para a eficiência, resiliência e escalabilidade da Internet, ao aproximarem conteúdo e capacidade computacional dos usuários finais. Essa arquitetura reduz a latência, otimiza o uso de redes de transporte, melhora a experiência do usuário e viabiliza aplicações intensivas em dados, como streaming, jogos online e inteligência artificial distribuída. O desenvolvimento dessas infraestruturas depende de um ambiente regulatório que reconheça suas especificidades técnicas e preserve flexibilidade operacional.

Temas centrais

  • Arquitetura de CDNs e edge computing

  • Distribuição de tráfego

  • Otimização de entrega

  • Integração com redes

  • Interconexão e peering

  • Eficiência de rede